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Jundiai

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Desentupidora Jundiai e sua Historia!


Jundiaí é um município do interior do estado de São Paulo, no Brasil. Localiza-se a 23º11’11” de latitude sul e 46º53’03” de longitude oeste, a uma altitude de 761 metros. Dista 57,7 quilômetros da capital do estado. Com 370 126 habitantes é, no estado, o 15° município mais populoso e o sétimo maior fora da Grande São Paulo. Também é o 59° maior do Brasil, sendo maior que quatro capitais estaduais. [7] Seu nome é uma referência ao Rio Jundiaí, cujo nome é proveniente da língua tupi, significando “rio dos jundiás”[8].

Apresentou, em 2008, um produto interno bruto de mais de 15 bilhões de reais, colocando o município na 23° posição em todo o país, à frente de quatorze capitais. Em todo o estado de São Paulo, foi o nono melhor resultado.[6]Em 2000, seu índice de desenvolvimento humano atingiu 0,857, levando a cidade à 14° melhor posição do Brasil e quarta melhor do estado.

Segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Jundiaí é a quinta cidade com maior qualidade de vida do Brasil, apresentando um Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal de 0,9184. [9] Também é o 15° município mais seguro do Brasil e o quinto mais seguro de São Paulo, com um risco de homicídio de 18,41 por 100 mil habitantes, comparável a capital mais segura do país, Natal.[10] É, também, primeiro lugar também emsaneamento básico, no ranking do Instituto Trata Brasil, entre as cidades acima de 300 000 habitantes. [11] Possui conurbação consolidada com Várzea Paulista e Campo Limpo Paulista, além de estar em processo deconurbação com Itupeva. As cidades citadas fazem parte da Aglomeração Urbana de Jundiaí juntamente com os municípios de Cabreúva, Louveira e Jarinu, totalizando cerca de 700 000 habitantes.

A paisagem mais marcante da cidade é a Serra do Japi, uma das únicas grandes áreas de mata atlântica nativa contínua no estado de São Paulo, denominada como “Castelo de Águas” por muitos naturalistas, como o geógrafoAziz Ab’Saber, devido a sua riqueza hídrica. Tombada em 1983 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico e, posteriormente, regulamentada como reserva biológica. Declarada em 1992 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura como reserva da biosfera da mata atlântica. [12]


História

A região de Jundiaí, até início do século XVII, era habitada exclusivamente por povos indígenas; alguns grupos viviam em clãs familiares, caracterizando-se pelo nomadismo e outros eram sedentários. De origem tupi, se dedicavam à produção de milho e de mandioca. Eram povos guerreiros, bons caçadores e pescadores, organizando-se em aldeias compostas por cabanas circulares feitas de tronco e cobertas de palha. Parte da cultura indígena foi incorporada pelos brancos colonizadores, como a utilização de queimadas na lavoura.[13]

Catedral de Nossa Senhora do Desterro, em Jundiaí, entre 1886 (quando adquiriu feição neogótica) e 1921 (quando houve a reforma que modificou levemente a fachada e criou as capelas radiantes e o transepto)

Ponte Torta, em julho de 2011, no bairro Vianelo, na região sul

O povoamento do sertão de “Mato Grosso de Jundiahy”, como era denominado o extremo território ao norte da vila de São Paulo, que hoje compreenderia a região de Jundiaí, Campinas e todo o nordeste do estado até a divisa com Minas Gerais no Rio Grande, iniciou-se próximo ao Rio Jundiaí com a chegada da Rafael de Oliveira, sua mulher Petronilha Rodrigues Antunes e filhos, em 1615, que deram ao povoado a denominação de “Nossa Senhora do Desterro de Jundiaí”.

Segundo alguns historiadores, o casal teria se fixado aí em virtude de ter Rafael de Oliveira cometido “crime de bandeirismo”, isto é, organizado expedição de apresamento de índios, o que era vedado pela coroa portuguesa. Diz, no entanto, Taunay, que Rafael foi perdoado, graças à sua participação no combate aos flamengos.

O fato é que a antiga Freguesia de Nossa Senhora do Desterro prosperou desde o início de sua formação em virtude de construir ponto de apoio para as expedições que se dirigiam aos sertões, que, aí, se abasteciam de gêneros produzidos pelos seus habitantes.[14]

A inauguração de uma capela dedicada a Nossa Senhora do Desterro, no ano de 1651, marcou o início do reconhecimento da povoação de Jundiaí. Quatro anos mais tarde, foi elevada à categoria de vila.

Em 1655, Jundiaí marcava o limite norte do povoamento da Capitania de São Vicente. Esse povoamento acusava dois rumos principais: um de Jundiaí para leste, atingindo a zona montanhosa banhada pelo Rio Atibaia e outro de Jundiaí para o norte, alcançando o vale do Rio Mojiguaçu. No primeiro caso, surgiu a fundação do povoado de Atibaia na Fazenda de São João, por Jerônimo de Camargo, onde, em 1655, se fixaram os índios trazidos do sertão pelo padre Mateus Nunes de Siqueira, povoado que passou a ser capela-curada em 1680. Cerca de 1676, surgiu a povoação de Nazaré. Depois da descoberta das minas de Goiás no século XVIII, chegou a traçado definitivo o “Caminho dos Guaiases”, partindo de Jundiaí, atravessando as povoações de Mojimirim e Mojiguaçu, rumando para o noroeste por áreas que, mais tarde, formariam o sul de Minas Gerais.

“Sua economia passou por uma fase de estagnação após 1695, durante o apogeu do ciclo da mineração, reativando-se contudo depois de 1785, quando a agricultura se fortaleceu com a cana de açúcar, feijão, cereais, algodão e café. Outro fator de progresso foi a fruticultura praticada principalmente pêlos imigrantes europeus a partir do fim do século XIX. Ainda nessa época, surgiu a indústria da tecelagem com a fundação em 1874, da Companhia Jundiana de Tecidos, por incentivo do Barão de Jundiaí, Francisco de Queiroz Telles.” [14] A partir de 1890, o município recebeu uma grande massa de imigrantes italianos.

No dia 28 de março de 1865, Jundiaí foi elevada à condição de município.

“Foi ainda em fins do século XIX que inauguraram as Estradas de Ferro (Cia. Paulista- Santos a Jundiaí – a Ituana e a Bragantina). ” [14], o que possibilitou a imigração de ingleses, espanhóis e italianos, motivados por incentivos governamentais, que tencionavam substituir a mão de obra escrava.

Na primeira metade do século XX, Jundiaí descobriu a sua vocação industrial, que perdura até hoje, pois o município possui um dos maiores parques industriais da América Latina, o que contribui para os altos níveis de poluição do município. A indústria do lazer nos municípios próximos também está incrementando a economia local, com a instalação de parques temáticos que atraem turistas e geram empregos para os jundiaienses.

Ultimamente, o município enfrenta problemas característicos dos centros brasileiros de alta densidade populacional, destacando-se nas taxas de criminalidade, sendo um dos municípios recordistas no estado de São Paulo em roubo de automóveis.

O aniversário do município é comemorado em 14 de dezembro, data em que foi elevada à categoria de vila. Em 2005, foi aprovada uma emenda que decretou feriado municipal na data, comemorado a partir de 2006. Os comerciantes não aprovaram, por se tratar de uma data próxima ao natal e, a partir de 2008, o feriado tornou-se facultativo.

[editar]Subdivisões

Ver página anexa: Divisão Administrativa de Jundiaí

A prefeitura elaborou uma divisão administrativa oficial para o município, dividindo-a em sete regiões: central, leste, oeste, norte, sul, vetor noroeste e vetor oeste. Cada região é dividida em bairros.

Porém, a despeito desta divisão oficial muitos bairros são chamados por outros nomes, e muitos bairros tem seus nomes populares cedidos a outros bairros próximos.

A relação das regiões e bairros do município está no anexo Divisão Administrativa de Jundiaí.

O ponto mais setentrional de Jundiaí, é o bairro Champirra. O bairro Campo Verde é o mais oriental, a Serra do Japi é a localização mais meridional do município e, por fim, o local mais ocidental da cidade é o bairro Rio das Pedras( medeiros ) . Considerando apenas a zona urbana de Jundiaí, pode-se afirmar que:

  • Ponto mais setentrional: Novo Horizonte
  • Ponto mais meridional: Santa Gertrudes
  • Ponto mais oriental: Ivoturucaia
  • Ponto mais ocidental: Parque Centenário

[editar]Geografia

Jundiaí situa-se a uma altitude média de 762 metros[15].

Clima: O clima do município é o tropical de altitude, apresentando verões quentes e chuvosos e invernos amenos e subsecos. A temperatura média anual é de 20,9 graus centígrados[16], sendo o mês mais frio julho (média de 16,8 graus centígrados)[17] e o mais quente fevereiro (média de 23,9 graus centígrados). A menor temperatura já registrada na cidade, foi de -3,1ºC, sendo que houve registros de até -6 graus centígrados em locais próximos à serra. Já a maior temperatura foi 38,1 graus centígrados em 1975[18]. O índice pluviométrico anual fica em torno de 1 350 mm.[19]

Jundiaí tem um relevo muito acidentado, devido à Serra do Japi.

Reserva Biológica da Serra do Japi

Reserva Biológica da Serra do Japi

A Serra do Japi, situada a sudoeste, é uma grande reserva ambiental, com uma das maiores áreas florestais do estado de São Paulo intactas.

Seu principal rio é o Rio Jundiaí.

[editar]Hidrografia

  • Rio Jundiaí – divide o antigo centro comercial do município de alguns bairros como Ponte São João e Jardim Rio Branco. Entra no município em sua divisa com o município de Várzea Paulista e sai do município na divisa com Itupeva.

É um dos limites naturais do centro histórico interfluvial Jundiahy, marcado também pelo córrego do Mato e pelo rio Guapeva no trecho entre a Ponte Torta e sua foz. Nessa área, a maioria dos antigos riachos e nascentes foi soterrada pela ocupação urbana registrada desde o século XVII.

Há alguns anos, a prefeitura investiu na retirada de sedimentos e afundamento da calha do rio, bem como limpeza e colocação de placas de concreto em suas margens, isso acabou com as constantes enchentes que assolam os bairros baixos no curso do rio, como a Vila Rio Branco, Jardim Danúbio, Ponte de Campinas e Vila Lacerda.

Após fracassadas tentativas de despoluição do Rio Jundiaí, a cidade ainda convive com o descaso do governo estadual, que não se preocupa em realizar o tratamento de esgoto das cidades a montante do rio atendidas pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo.

[editar]Economia

Considerada uma região próspera no estado de São Paulo, Jundiaí ocupa o oitavo lugar no ranking do produto interno bruto do estado.

Jundiaí sempre foi conhecida como a terra da uva e do morango, tendo um grande destaque no cenário nacional. Há, em seu território, 27 000 hectares de área cultivada, o que garante um produto interno bruto agrícola médio de 80 000 por ano, deixando o município com a quinta população rural do país. Havendo, também, práticas de avicultura de corte e rebanho bovino, tanto para consumo regional, quanto para exportação.

Mas, além de ter uma grande produção agrícola, o município tornou-se um polo para empresas de logística com armazéns da Mobly, Casas Bahia, Renault/Nissan, Magazine Luiza, DHL, Sadia e ainda possui um parque industrial com mais de quinhentas empresas se destacando nos setores de alimentos ( Saralee, Frigor Hans, Parmalat), bebidas (Coca-Cola/ Femsa, Cereser, Ferráspari , Ambev), cerâmica (Deca, Roca e Ideal Standard) , autopeças (Sifco, Bollhoff, neumayer tekfor, Mahle, EBF VAZ) , metalurgia (Siemens, CBC Indústrias Pesadas,Sulzer), borracha, plásticos, embalagens e bens duráveis (Plascar, Takata Petri, Foxconn, AOC Envision, Compal Eletronics, Arima, Itautec, Rexam), Química, papeleira e de gases (Akzo Nobel, Linde, IBG, SI Group/Crios, Klabin, Böttcher)e centrais de atendimento como, Tivite Fidelity Information Services.

[editar]Demografia

Crescimento populacional
Censo Pop.
1980 258 809
1991 289 269 11,8%
2000 323 397 11,8%
2010 370 251 14,5%

Tem apresentado um grande crescimento populacional, gerado, em grande parte, pela busca de melhores condições de vida e emprego dos moradores de São Paulo. De acordo com a Emplasa, constitui uma aglomeração urbana intersticial, localizada entre a Região Metropolitana de São Paulo e a Região Metropolitana de Campinas e próxima de outras regiões importantes do estado,como a região de São José dos Campos.

A Aglomeração Urbana de Jundiaí é composta pelos municípios de Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Jarinu, Jundiaí, Louveira e Várzea Paulista e tem cerca de 700 000 habitantes.

Dados do Censo – 2010

  • População total: 370 000[7]
    • Urbana: 347 207[7]
    • Rural: 23 500[7]
    • Homens: 180 000[7]
    • Mulheres: 190 000[7]
  • Densidade demográfica (hab./km²): 748,78
  • Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 1,96
  • IDH-M Renda: 0,826

[editar]Religião

De maioria cristã, a cidade é sede da Diocese de Jundiaí, com maioria da população católica. Há também expressiva parcela de protestantes, que frequentam diversas igrejas evangélicas, testemunhas de jeová e mórmons.

Mesquita muçulmana

Igreja de Nossa Senhora da Conceição, na Vila Arens

A cidade possui uma mesquita para os seguidores do islamismo. Há centros espíritas, tendas de umbanda, além de locais de espiritualismo e estudos antropológicos como a gnose, eubiose, lojas maçônicas e um templo da religião/filosofia japonesa Seicho-no-ie.[20]. Há também as chamadas casas de cura, que seguem o Santo Daime. [21].

[editar]Turismo e Lazer

Espaços Culturais [22]
  • Complexo Educacional e Cultural Argos

Instalado no conjunto arquitetônico da antiga indústria têxtil Argos, na Rua Doutor Cavalcanti, o complexo possui área de 365 000 metros quadrados. A revitalização deste espaço foi feita garantindo-se a preservação de suas características arquitetônicas históricas. Abriga o Centro Municipal de Educação de Jovens e Adultos, o Centro Municipal de Formação e Capacitação Permanentes do Magistério, o Centro Municipal de Informática, o Centro Municipal de Línguas e a emissora de Televisão Educativa do Município.

  • Biblioteca Municipal Professor Nelson Foot

Atualmente, instalada no Complexo Argos.

  • Gabinete de Leitura Ruy Barbosa

Tradição na cidade de Jundiaí, o Gabinete possui em suas dependências uma pinacoteca com extenso acervo, uma biblioteca com mais de 4 500 obras e documentos históricos e uma cinemateca. Possui ainda auditório multimídia,cybercafé e oferece cursos diversos.

  • Casa da Cultura

Localizada no Centro, promove atividades de música, dança, pintura e literatura, entre outras.

  • Teatro Polytheama

O Teatro Politheama é um dos principais patrimônios histórico, cultural e arquitetônico de Jundiaí. Fundado em 1911 e fechado no final da década de 1960, foi reinaugurado em 1996 com projeto da renomada arquiteta Lina Bo Bardi.

  • Sala Glória Rocha

Antigo Mercado Municipal, foi reformado e reinaugurado em 1981. Abriga a Sala Glória Rocha no seu piso superior, com 334 lugares e palco de shows musicais e teatrais.

  • Cineclube na Cidade

Um projeto entre o Cineclube Consciência e a Prefeitura do Município de Jundiaí, que tem como objetivo trazer o cinema de volta ao centro da cidade, na Sala Glória Rocha, e gratuitamente. Às quartas-feiras à noite.

  • Atelier Casarão

Localizado no Centro da cidade, é um espaço de teatro, música, cultura, poesia e todo tipo de manifestação artística.

  • Cineclube Consciência

Situado na Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo – Jundiaí, é um espaço de exibição gratuita e discussão de filmes, aos sábados às dezenove horas.

Adega Brunholi – Roteiro Rural

Adega Beraldo di Cale – Roteiro Rural

Parque da Cidade em Jundiaí

Parque de Corrupira em Jundiaí

Museus
  • Museu Histórico e Cultural de Jundiaí – “Solar do Barão de Jundiaí”
  • Museu Ferroviário “Companhia Paulista”
  • Museu da Energia de Jundiaí
  • Fazenda N. Sra. da Conceição – Museu Barão de Serra Negra
  • Centro de Memória do Esporte Jundiaiense (“Bolão”)
  • Museu Sacro Diocesano “Cardeal Agnelo Rossi”
  • Museu do Exército – 12º G.A.C. – Grupo Barão de Jundiahy
  • Fazenda Ermida
  • Espaço Cultural Museu do Vinho “Família Brunholi”
  • Museu do Paulista Futebol Clube (Sala de Troféus)


Circuito de Adegas

A Cidade das Uvas possui, em seu Roteiro Turístico Rural, quatro adegas: Beraldo de Cale, Brunholi, Mazziero e Vinhos Castanhos.[23]

Jardim Botânico de Jundiaí – Foto junto ao lago

Jardim Botânico de Jundiaí – Foto sobre a queda d’água

Hotelaria

Jundiaí conta com infraestrutura hoteleira. No site da prefeitura, pode ser checada a lista dos hotéis: http://www.jundiai.sp.gov.br/PMJSITE/portal.nsf/V03.02/smde_turismo_hoteis?OpenDocument .

Compras
  • Shopping centers

Possui o Maxi Shopping Jundiaí, com cerca de 230 lojas e sete salas de cinema (Moviecom); o Shopping Paineiras, com cerca de setenta lojas e o Multi Moda Center, com cerca de cinquenta lojas. O Grupo Multiplan, do MorumbiShopping, já inaugurou o Jundiaí Shopping, que aconteceu recentemente no dia 18 de Outubro de 2012, com cerca de 212 lojas e sete salas de cinema (Cinépolis). Há previsão do Grupo Iguatemi iniciar as obras de mais uma filial na cidade.

  • Centro de Compras

Além dos shoppings, Jundiaí possui um vasto centro de compras, no Centro, na Vila Arens, na Ponte São João, na Vila Hortolândia, na avenida 9 de Julho, na Vila Rami e na Vila Rio Branco.

Parque e áreas de lazer

O município, atualmente, possui cinco parques, dentre eles dois jardins botânicos. São eles:

  • Parque Comendador Antônio Carbonari (Parque da Uva)
  • Parque do Corrupira
  • Parque da Cidade
  • Jardim Botânico
  • Jardim e Parque Botânico Eloy Chaves

Além dos parques, a cidade conta ainda com a Reserva Biológica da Serra do Japi, um dos símbolos da cidade.

[editar]Infraestrutura

[editar]Dados

Jundiaí é a quarta cidade do estado de São Paulo em índice de desenvolvimento humano, ficando atrás somente de São Caetano do Sul, Águas de São Pedro e Santos.

Índice de Desenvolvimento Humano: 0,857

[editar]Saúde

Jundiaí é deficiente no número de unidades básicas de saúde, tendo em apenas alguns bairros postos de atendimento simples, que funcionam em horário comercial. o fato de atender várias cidades da região faz com que gere uma espera de até 180 dias para marcação de consultas simples. Outro detalhe preocupante é o subdimensionamento de unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, fazendo que um acidentado espere em média por até 70 minutos para um atendimento nos finais de semana e de até 40 minutos durante a semana. Conta com hospitais particulares, de caridades e público: Hospital de Caridade São Vicente de Paulo , Hospital Universitário, Hospital Doutor Paulo Sacramento, Hospital Santa Elisa e Hospital Pitangueiras. Após negociações durante a gestão Ary Fossem, foi desapropriado um imóvel de uma operadora de convênio médico, A Casa de Saúde Dr. Domingos Anastácio, que com recursos do governo do Estado, será um Hospital regional, ampliando o atendimento inclusive as cidades da região.

  • Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 11,19
  • IDH-M Longevidade: 0,816
  • Expectativa de vida (anos): 73,94

[editar]Cenário Teatral

Jundiaí tem tradição no meio teatral, tendo revelado importantes nomes do Teatro Nacional. Conta com um vasto número de grupos que movimentam a cena cultural da cidade como:

  • Cia. Paulista de Artes [1]
  • Grupo Performático Éos
  • Cia. Na Ponta da Língua

[editar]Cenário Musical

Jundiaí possui uma gama de músicos e bandas que despontam nacionalmente, como:

  • Corporate Death (em português)
  • Banda Outdoors (em português)
  • Locomotrom (em português)
  • No Ducky (em português)
  • OUT (em português)
  • Total Play (em português)
  • Sérgio Luiz & Felipe (em português)
  • Ecliptyka (em português)
  • Banda Anesthesia (em português)
  • Banda Salesman (em português)

[editar]Educação

A educação pública municipal é um dos motivos que levam a cidade ao quarto lugar do estado em índice de desenvolvimento humano.

  • IDH-M Educação: 0,928
  • Taxa de alfabetização: 94,99%
Faculdades Públicas (Federal, Estadual ou Municipal)
  • Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo
  • Faculdade de Medicina de Jundiaí
Faculdades Particulares
  • Centro Universitário Padre Anchieta
  • Escola Superior de Educação Física de Jundiaí (ESEF)
  • Faculdade Anhanguera
  • Faculdade Pitágoras/Faculdade Japi
  • Faculdade de Ciências Gerenciais (Unidade Jundiaí)
  • Faculdade Professor Luiz Rosa
  • Universidade Paulista
  • Uninter


Escolas Técnicas
  • Escola Técnica Estadual Benedito Storani (Colégio Técnico Agrícola/ETec BeSt)
  • Escola Técnica Estadual Vasco Antonio Venchiarutti (Colégio Técnico/ETEVAV/ETecVAV)
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial “Conde Alexandre Siciliano” SENAI
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial SENAC

[editar]Transporte

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos transporta, diariamente, em seus trens, cerca de 350 000 passageiros na Linha Sete Rubi Jundiaí – Estação da Luz, ligando a cidade com toda a capital. A Estação Ferroviária de Jundiaí existe desde meados de 1860 em estilo inglês e é um dos lugares mais representativos da cidade.

  • Aeroporto de Jundiaí

É um dos mais movimentados do interior em números de pousos e decolagens e fica próximo à Rodovia dos Bandeirantes, Anhanguera e Dom Gabriel Paulino Bueno Couto.

  • Sistema integrado de transporte urbano

Possui sete terminais de ônibus que interligam a cidade. Com uma única passagem o cidadão jundiaiense pode pegar mais de um ônibus, sendo possível fazê-lo em alguns pontos da cidade, no sistema de bilhete único, na cidade chamado de Ganha Tempo.[24] Os terminais são: Terminal Eloy Chaves, Colônia, Cecap, Hortolândia, Vila Arens, Vila Rami e Central.

Rodovia Anhanguera (SP-330) em Jundiaí.

Rodovia dos Bandeirantes (SP-348) em Jundiaí

.

Rodovias
  • SP-330 – Rodovia Anhanguera (para São Paulo, Campinas)
  • SP-348 – Rodovia dos Bandeirantes (para São Paulo, Campinas)
  • SP-300 – Rodovia Dom Gabriel Paulino Bueno Couto (para Itu)
  • SP-332 – Tancredo Neves (para Caieiras)
  • SP-332 – Vereador Geraldo Dias (para Louveira)
  • SP-360 – João Cereser (Anel de contorno, Aeroporto)
  • SP-360 – Eng. Constâncio Cintra (para Itatiba, Águas de Lindóia)
  • JAR-030 – Humberto Cereser/Natal Lorencini (para Jarinu)
  • Estrada do Poste – (para Bairro do Poste, Itupeva)

[editar]Eventos

  • Festa da Uva

A Festa da Uva de Jundiaí é a mais antiga do interior de São Paulo. Realizada desde o ano de 1934, teve seu início no centro da cidade; depois, foi transferida para o “Parque Comendador Antônio Carbonari”, mais conhecido como “Parque da Uva”. Há a exposição das frutas durante o dia inteiro, e durante a noite também ocorrem shows de bandas. A Festa da Uva acontece em anos pares no mês de janeiro.

  • Festa do Morango

Nos mesmos moldes da Festa da Uva, porém no mês de setembro, em anos ímpares.

  • Festa Italiana de Jundiaí

Todos os anos, no bairro da Colônia, desde o ano de 1987 (ano do centenário da imigração italiana em Jundiaí), ocorre La più bella festa (traduzido do italiano, significa “a mais bela festa”). É realizada em maio e junho com comidas e música típicas. Nos oito dias de festa, se reúnem em torno de 100 000 pessoas de várias cidades, como São Paulo, Campinas, Atibaia, Santos e Sorocaba e até de outros estados. Todos os anos, se fazem presentes o vice-cônsul da Itália em Jundiaí e italianos do Vêneto, no norte da Itália.

  • Baile do Havaí

Em todo o mês de Janeiro, é realizado o Baile do Havaí no Clube Jundiaiense, festa tradicional das classes média e alta da região.

  • Carnaval

O carnaval em Jundiaí é realizado atualmente na Avenida Prefeito Luis Latorre, onde há o desfile das escolas de samba que se divide em grupo de acesso e especial.

  • Outros Eventos

Na cidade, existem outros eventos, como a Festa da Uva do bairro do Caxambu, Festa do Senhor Bom Jesus no Caxambú (que completou cem anos em 2011), a “Festa Portuguesa” no bairro da Vila Arens, Festa do dia 1º de maio no Sindicato dos Metalúrgicos e a Festa das Nações no bairro Cidade Nova.

[editar]Meios de comunicação

Emissoras de rádio
  • AM
    • 730 kHz – Rádio Cidade Jundiaí
    • 810 kHz – Rádio Difusora Jundiaiense
  • FM
    • 90,1 MHz – Gospel FM
    • 95,7 MHz – Mundial FM
    • 104,3 MHz – Dumont FM
    • 105,1 MHz – 105 FM

OBS: Jundiaí recebe também as emissoras da capital.

Emissoras de televisão

Canais Abertos em Jundiaí:

  • 14 UHF – Rede Paulista (TV Brasil)
  • 17 UHF – Record News
  • 19 UHF – CNT (Central Nacional de Televisão)
  • 23 UHF – Canção Nova
  • 25 UHF – TV TEM (Sorocaba)
  • 26.1 Digital – TV TEM (Sorocaba)
  • 28 UHF – TVB Campinas (Record)
  • 34.1 Digital – Rede Vida HD
  • 36 UHF – TV Sorocaba (SBT)
  • 38 UHF – Gazeta
  • 41 UHF – TV Cultura
  • 44 UHF – Rede Família
  • 47 UHF – Band Campinas (Rede Bandeirantes)
  • 58 UHF – Rede Vida

OBS: Jundiaí também é atendida pelos canais VHF e UHF de São Paulo.

O canal 51 UHF teve uma concorrência disputada entre vários grupos, entre eles Gugu Liberato, SBT, TV Tem e teve, como vencedor, a TV Schappo, de Alagoas, estando atualmente em fase de análise para outorga.

Já o canal 55 UHF foi homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações e está disponível para ser utilizado como televisão educativa em canal aberto em Jundiaí, porém atualmente encontra-se sem utilização, não tendo a maioria da população acesso às produções locais, restritas apenas para assinantes de TV por assinatura.

TV por assinatura
  • Canal 3 NET – TV Japi
  • Canal 6 NET – TV Educativa de Jundiaí
  • Canal 23 NET – NET Cidade
  • Canal 25 NET – CANAL 25 Jundiaí

A Net Serviços de Comunicação disponibilizou, em junho de 2010, para o município, o serviço NET Digital HD, no qual seus assinantes podem ter acesso a canais com conteúdo em alta definição.

Jornais
  • JORNAL DE JUNDIAÍ
  • Jornal da Cidade
  • Jornal Bom Dia Jundiaí
  • Jornal Jundiaí Hoje
Revistas
  • PORTAL DOS CONDOMÍNIOS

[editar]Futebol

Em 2009, o Paulista Futebol Clube completou cem anos de história no dia 17 de Maio. Dentre os títulos do Paulista, estão o Campeonato Brasileiro de Futebol de 2001 – Série C e a Copa do Brasil de Futebol de 2005. O time também participou da Copa Libertadores da América de 2006, quando venceu o Club Atlético River Plate.

Em 2012, o Asa Negra Futebol Clube, equipe emergente do futebol amador de Jundiaí, sagrou-se campeão invicto do Campeonato dos Rodoviários, feito até agora inédito nos 13 anos em que ocorre o evento. Destaque para o lateral-esquerdo Jeferson, que atuou como atacante e fez o gol de empate da equipe alvi-negra contra o Louças, levando a decisão para os penalts, e consequentemente ao título inédito.

[editar]Cidades-irmãs

  • Cuba Havana, Cuba
  • Japão Iwakuni, Japão
  • Itália Pádua, Itália
  • Estados Unidos Trenton, Estados Unidos
  • República Popular da China Taian, República Popular da China
  • Brasil Poços de Caldas, Brasil

[editar]Cidadãos ilustres

Destaca-se entre ilustres figuras da cidade:

  • Cláudio Nucci, músico, ex-integrante do Boca Livre, compositor de “Quem Tem a Viola”, “Toada”, entre outras canções consagradas nacionalmente.
  • Milton Leite, locutor esportivo da Rede Globo e do Sportv.
  • Décio Pignatari, poeta, ensaísta, professor e tradutor.
  • Eloísa Mafalda, atriz que atuou em várias novelas de sucesso.
  • Dalmo Gaspar, jogador de futebol bicampeão mundial de clubes pelo Santos F.C. em 1962/1963.
  • Cauê Moura, Vlogueiro famoso.[[2]] e [[3]]
Panorama de Jundiaí, a partir da rodovia Anhanguera.
Panorama de Jundiaí, a partir da rodovia Anhanguera.

Referências

  1. ? Primeiros Dados do Censo 2010Primeiros Dados do Censo 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de Novembro de 2010). Página visitada em 30 de Novembro de 2010.
  2. ? Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista. Página visitada em 28 de janeiro de 2011.
  3. ? IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  4. ? Censo Populacional 2010Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  5. ? Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do BrasilAtlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  6. a b c Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  7. a b c d e f Primeiros Dados do Censo 2010 (html). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (29 de novembro de 2010). Página visitada em 30 de novembro de 2010.
  8. ? NAVARRO, E. A. Método Moderno de Tupi Antigo. Terceira edição. São Paulo: Global, 2005. pp. 171,183
  9. ? IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal.
  10. ? Revista Época. Ranking das cidades mais seguras.
  11. ? Instituto Trata Brasil divulga ranking do saneamento com avaliação dos serviços nas 81 maiores cidades do país.
  12. ? Secretaria Municipal de Planejamento e Meio Ambiente. Serra do Japi – Apresentação.
  13. ? História de Jundiaí – Prefeitura Municipal de Jundiaí.
  14. a b c IBGE Cidades http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1
  15. ? Secretaria Municipal de Planejamento e Meio Ambiente
  16. ? Secretaria Municipal de Planejamento e Meio Ambiente
  17. ? Cepagri
  18. ? Prefeitura de Jundiaí
  19. ? Prefeitura Municipal de Jundiaí-SP
  20. ? Alguns endereços http://maplink.uol.com.br/v2/local/sp/jundiai/religiao.html
  21. ? http://fraternidadedocoracao.org.br/
  22. ? Espaços Culturais (em português). Prefeitura de Jundiaí.
  23. ? http://www.jundiai.sp.gov.br/PMJSITE/portal.nsf/V03.02/smde_turismo_atracoes_adegas?OpenDocument
  24. ? Transformar os terminais do SITU em “Pontos de Cultura e cidadania” (em português). Cidade Democrática.

[editar]Ver também

  • São Paulo
  • Interior de São Paulo

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