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Transporte de Efluentes

Transporte de Efluentes – Coleta, Sucção e Transporte de Efluentes Líquidos e Pastosos

( Atendimentos Avulsos ou Sobre Contratos Programados )

Limpeza de Fossas / Transporte de Efluentes / Limpeza Industrial/ Hidrojateamento

Limpa Fossa - Residencias, Comercios e Industrias

Somos Licenciados:

  • SABESP (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo);
  • CETESB (Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental);
  • IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis);
  • INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

TOTAL RESPEITO AO MEIO AMBIENTE E Á SUA SAÚDE

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Limpeza de fossas

O sistema alto vácuo e utilizado para limpeza e transporte de resíduos biológicos, físicos e químicos, encontrados em:

  • - Caixas de gordura;
  • - Fossas;
  • - Poços de recalque;
  • - Lama
  • - Tanques industriais;
  • - Tanques de decantação;
  • - Estações de Tratamento de Efluentes;
  • - Bacias de Tratamento; Inundações;
  • - Resíduos indústrias;
  • - Líquidos percolados – chorume;
  • - Combate incêndios;
  • - Suga e distribui adubo orgânico líquido;
  • - Efluentes líquidos industriais – classe I e II;
  • - Lodos biológicos.

O transporte de efluentes tem por finalidade aspirar todos e quaisquer resíduos líquidos e pastosos. A remoção desses resíduos ocorre sem derramamento.

Procedimento aplicado em limpeza de coletores de esgoto, fossas, poços de inspeção ou de captação, caixas de gordura e outros recipientes que acumulam efluentes líquidos, semi-líquidos, pastosos, gordurosos, etc.

Após a remoção do resíduo, é realizado o transporte do mesmo para estação de tratamento ou para o local indicado pela empresa contratante e autorizado pela CETESB

A LOREMI  esta credenciada junto a Sabesp, Opersan, Cetesb e IBAMA.

Só Contrate Empresa Legalizada

Com a LOREMI a sua empresa receberá laudos comprobatórios a cada etapa do gerenciamento e Transporte de efluentes, utilizamos caminhões modernos e com sistemas de vácuo muito eficiente e para garantir um trabalho correto e completo também colocamos a disposição do cliente serviços de limpeza técnica.

ANVISA – CEVS:  355030890-812-000132-0-0

LICENÇA AMBIENTAL – CETESB: 100-120689-4

SABESP: 029473-12-08-04-36

IBAMA: 526.378.8

Nossos caminhões são certificados no INMETRO e os motoristas possuem curso de movimentação de produtos perigosos, garantindo confiabilidade e segurança na operação e transporte dos resíduos de nossos clientes.

É o melhor método para remoção de detritos através da bomba auto-vácuo que recolhe os resíduos de uma forma selada, sem que os mesmos sejam expostos à atmosfera.

Atendemos todo território Brasileiro.

Possuímos uma frota de caminhões Alto vácuo com diversas capacidades: 2, 3, 6, 7, 8, 12, 13 e 15 m³,. Estes em aço-carbono, com bombas de anel líquido de baixo ruído e isento de poluição ambiental. Estes equipamentos são empregados com máxima segurança na execução de serviços de limpeza e transporte de resíduos industriais.

Damos todo o suporte para sua retirada de CADRI e cadastramento de sua Empresa.

O Tratamento de Efluentes Industriais abrange os mecanismos e processos utilizados para o tratamento de águas que foram contaminadas, por atividades industriais ou comerciais antes da sua libertação no ambiente ou a sua reutilização. Geralmente os efluentes possuem altas concentrações de poluentes convencionais como óleo ou graxa, poluente tóxico, como por exemplo, metais pesados, compostos orgânicos voláteis, ou outros poluentes, como amônia, precisam de tratamento especializado. Algumas destas instalações podem instalar um pré-tratamento para eliminar o sistema de componentes tóxicos e, em seguida, enviar os efluentes pré-tratados para o sistema municipal. Com isso a LOREMI em sua Divisão de Limpeza Técnica Industrial oferece o Transporte de efluentes industriais aos nossos clientes como forma de combater esses poluentes, fazendo assim um transporte devidamente correto.

Trabalhamos com caminhões certificados no INMETRO e os motoristas devidamente instruídos e treinados para o Transporte de efluentes industriais, garantindo a segurança ao transportarem os resíduos de nossos clientes. Nossos equipamentos possuem a máxima garantia e segurança na execução dos serviços prestados e do Transporte de efluentes industriais.

Estamos em constante treinamento e atualizações para que nossos profissionais estejam aptos a exercer a função do Transporte de efluentes industriais com responsabilidade e eficiência. Somos uma empresa qualificada na execução de vários segmentos como: desentupimento, controle de pragas, hidrojateamento e Transporte de efluentes industriais. Desenvolvemos nossas atividades de acordo as normas de segurança para assim poder oferecer o melhor resultado em Transporte de efluentes industriais, sempre com a melhor qualidade.

Venha conhecer pessoalmente a qualidade de nossos serviços, você poderá se certificar que nossa equipe além de extremamente competentes no Transporte de efluentes industriais oferecem a você o que há de melhor no mercado com total profissionalismo.

Atualmente nosso serviço de Transporte de efluentes industriais é muito procurado devido ser um grande diferencial de nossa empresa, pois contamos com uma frota devidamente equipada e com equipamentos próprios. Disponibilizando de imediato para nossos clientes o Transporte de efluentes industriais.

Oferecemos o Melhor serviço de Transporte de efluentes industriais da região. Oferecendo a segurança e praticidade que sua empresa necessita.

Lembre-se: Precisando de Transporte de efluentes industriais é só ligar! Teremos prazer em atendê-lo!

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Efluentes são produtos líquidos e gasosos resultantes de diversas ações do homem. Em sua maioria, estão subdivididos em efluentes industriais e domésticos, porém existem outras divisões desses resíduos.

Efluentes gasosos

Chaminés industriais são os maiores emissores deste tipo. Seus níveis de emissão foram determinados pelo famoso “Protocolo de Kioto“. Os efluentes gasosos são liberados em maiores quantidades em áreas urbanas industriais devido à ação, principalmente, da indústria e da liberação de gases pelos veículos automotores.

Efluentes líquidos

Este tipo de efluente tem origem em diversas fontes. Abaixo algumas dessas.

a) Domésticos:
São caracterizados por portarem uma grande quantidade de material orgânico, pois são compostos de fezes, resto de comida, etc. Trazem ainda uma carga poluente por virem contendo produtos químicos como os de limpeza;

b) Industriais:
Sua composição varia de acordo com o ramo da indústria que o libera. Por exemplo, indústria agrícola e alimentícia, são ricos em matéria orgânica. Por outro lado, outros ramos da indústria produzem efluentes ricos em diversos compostos químico-tóxicos;

c) Agrícolas:
Decorrem das atividades agrícolas. Ricos em nitrogênio, fósforo e enxofre, por conta dos adubos e agrotóxicos utilizados em plantações.
De duas formas principais, os poluentes agrícolas atingem as águas: penetrando no solo e alcançando o lençol freático e quando levado pelas águas da chuva que lavam os solos contaminados por tais;

d) Pluviais urbanos:
Possuem mecanismo fácil de ser entendido. A água das chuvas que ocorrem nos centros urbanos, lava o ambiente das cidades, trazendo consigo os poluentes presentes nestas. Poluentes estes como fuligem, compostos de carbono liberados por carros, dentre outros;

e) Depósitos de resíduos sólidos:
Os lixões, como são popularmente conhecidos os depósitos urbanos de resíduos sólidos, produzem um composto concentrado de matéria orgânica e com grande potencial poluente: o chorume.

Tratamento de efluentes

Algumas técnicas podem ser usadas para o tratamento de efluentes, com o intuito de diminuir seu teor poluente. Entre elas seguem algumas.

  • Gradeamento: separação, por meio de grades, do material efluente mais grosseiro;
  • Sedimentação: também, uma separação do material, porém orientada pela diferença de densidade existente entre eles (os mais “pesados” concentram-se no fundo, uma vez que os mais “leves”, na superfície);
  • Equalização e correção do Ph: equilibra-se o Ph do efluente antes dele ser liberado numa massa de água ou esgoto;
  • Flotação: remoção de substâncias colóides.

As fossas séticas são unidades de tratamento primário de esgoto doméstico nas quais são feitas a separação e a transformação físico-química da matéria sólida contida no esgoto. É uma maneira simples e barata de disposição dos esgotos indicada, sobretudo, para a zona rural ou residências isoladas. Todavia, o tratamento não é completo como numa estação de tratamento de esgotos.

O esgoto in natura deve ser lançado em um tanque ou em uma fossa para que com o menor fluxo da água, a parte sólida possa se depositar, liberando a parte líquida. Uma vez feito isso bactérias anaeróbias agem sobre a parte sólida do esgoto decompondo-o. Esta decomposição é importante pois torna o esgoto residual com menor quantidade de matéria orgânica pois a fossa remove cerca de 40 % da demanda biológica de oxigênio e o mesmo agora pode ser lançado de volta à natureza, com menor prejuízo à mesma.

Devido a possibilidade da presença de organismos patogênicos, a parte sólida deve ser retirada, através de um caminhão limpa-fossas e transportada para um aterro sanitário nas zonas urbanas e enterrada na zonas rurais.

Numa fossa sética não ocorre a decomposição aeróbica e somente ocorre a decomposição anaeróbica devido a ausência quase total de oxigênio.

No tratamento primário de esgoto doméstico, sobretudo nas zonas rurais, podem ser utilizadas as fossas séticas que são unidades nas quais são feitas a separação e transformação da matéria sólida contida no esgoto.

As fossas séticas são uma estrutura complementar e necessária às moradias, sendo fundamentais no combate a doenças, vermisoses e endemias (como a cólera), pois diminuem o lançamentos dos dejetos humanos diretamente em rios,lagos, nascente ou mesmo na superfície do solo. O seu uso é essencial para a melhoria das condições de higiene das populações rurais e de localidades não servidas por redes de coleta pública de esgotos.

Esse tipo de fossa consiste em um tanque enterrado, que recebe os esgotos (dejetos e água servidas), retém a parte sólida e inicia o processo biológico de purificação da parte líquida (efluente). Mas é preciso que esses efluentes sejam filtrados no solo para completar o processo biológico de purificação e eliminar o risco de contaminação.

As fossas séticas não devem ficar muito perto das moradias (para evitar mau cheiros) nem muito longe (para evitar tubulações muito longas). A distância recomendada é de cerca de 4 metros.

Elas devem ser construídas do lado do banheiro, para evitar curvas nas canalizações. Também devem ficar num nível mais baixo do terreno e longe de poços, cisternas ou de qualquer outra fonte de captação de água (no mínimo trinta metros de distância), para evitar contaminações, no caso de eventual vazamento.

O tamanho da fossa sética depende do número de pessoas da moradia. Ela é dimensionada em função de um consumo médio de 200 litros de água por pessoa, por dia. Porém sua capacidade nunca deve ser inferior a mil litros.

Esgoto, efluente ou águas servidas são todos os resíduos líquidos provenientes de indústrias e domicílios e que necessitam de tratamento adequado para que sejam removidas as impurezas e assim possam ser devolvidos à natureza sem causar danos ambientais e à saúde humana.


Geralmente a própria natureza possui a capacidade de decompor a matéria orgânica presente nos rios, lagos e no mar. No entanto, no caso dos efluentes essa matéria é em grande quantidade exigindo um tratamento mais eficaz em uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) que, basicamente, reproduz a ação da natureza de maneira mais rápida.


Estação de Tratamento de Esgotos nos EUA

É importante destacar que o tratamento dos efluentes pode variar muito dependendo do tipo de efluente tratado e da classificação do corpo de água que irá receber esse efluente, de acordo com a Resolução CONAMA 20/86. Quanto ao tipo, o esgoto industrial costuma ser mais difícil e caro de tratar devido à grande quantidade de produtos químicos presentes.

Quanto à classificação, o efluente deve ser devolvido ao rio tão limpo ou mais limpo do ele próprio, de forma que não altere suas características físicas, químicas e biológicas. Em alguns casos, como por exemplo, quando a bacia hidrográfica está classificada como sendo de classe especial, nenhum tipo de efluente pode ser jogado ali, mesmo que tratado. Isso porque esse tipo de classe se refere aos corpos de água usados para abastecimento.

Pode-se então, separar o tratamento de esgoto domiciliar em 4 níveis básicos: nível preliminartratamento primário etratamento secundário que tem quase a mesma função, e tratamento terciário ou pós-tratamento. Cada um deles têm, respectivamente, o objetivo de remover os sólidos suspensos (lixo, areia), remover os sólidos dissolvidos, a matéria orgânica, e os nutrientes e organismos patogênicos (causadores de doenças).

No nível preliminar são utilizadas grades, peneiras ou caixas de areia para reter os resíduos maiores e impedir que haja danos as próximas unidades de tratamento, ou até mesmo, para facilitar o transporte do efluente.




E.T.E. de São Miguel – SP

No tratamento primário são sedimentados (decantação) os sólidos em suspensão que vão se acumulando no fundo do decantador formando o lodo primário que depois é retirado para dar continuidade ao processo.

Em seguida, no tratamento secundário, os microorganismos irão sealimentar da matéria orgânica convertendo-a em gás carbônico e água. E no terceiro e último processo, também chamado de fase de pós-tratamento, são removidos os poluentes específicos como os micronutrientes (nitrogênio, fósforo…) e patogênicos (bactérias, fungos). Isso quando se deseja que o efluente tenha qualidade superior, ou quando o tratamento não atingiu a qualidade desejada.

Quando se trata de efluentes industriais a própria empresa que faz o tratamento de esgoto exige que a indústria monitore a qualidade dos efluentes mandados para e estação. No caso de haver substâncias muito tóxicas ou que não podem ser removidas pelo tratamento oferecido pela ETE, a indústria é obrigada a construir a sua própria ETE para tratar seu próprio efluente.

Efluentes Industriais

Introdução

A grande diversidade das atividades industriais ocasiona durante o processo produtivo, a geração de efluentes, os quais podem poluir/contaminar o solo e a água, sendo preciso observar que nem todas as indústrias geram efluentes com poder impactante nesses dois ambientes. Em um primeiro momento, é possível imaginar serem simples os procedimentos e atividades de controle de cada tipo de efluente na indústria. Todavia, as diferentes composições físicas, químicas e biológicas, as variações de volumes gerados em relação ao tempo de duração do processo produtivo, a potencialidade de toxicidade e os diversos pontos de geração na mesma unidade de processamento recomendam que os efluentes sejam caracterizados, quantificados e tratados e/ou acondicionados, adequadamente, antes da disposição final no meio ambiente.

Os efluentes industriais

De acordo com a Norma Brasileira — NBR 9800/1987, efluente líquido industrial é o despejo líquido proveniente do estabelecimento industrial, compreendendo emanações de processo industrial, águas de refrigeração poluídas, águas pluviais poluídas e esgoto doméstico. Por muito tempo não existiu a preocupação de caracterizar a geração de efluentes líquidos industriais e de avaliar seus impactos no meio ambiente. No entanto, a legislação vigente e a conscientização ambiental fazem com que algumas indústrias desenvolvam atividades para quantificar a vazão e determinar a composição dos efluentes industriais.

As características físicas, químicas e biológicas do efluente industrial são variáveis com o tipo de indústria, com o período de operação, com a matéria-prima utilizada, com a reutilização de água etc. Com isso, o efluente líquido pode ser solúvel ou com sólidos em suspensão, com ou sem coloração, orgânico ou inorgânico, com temperatura baixa ou elevada. Entre as determinações mais comuns para caracterizar a massa líquida estão as determinações físicas (temperatura, cor, turbidez, sólidos etc.), as químicas (pH, alcalinidade, teor de matéria orgânica, metais etc.) e as biológicas (bactérias, protozoários, vírus etc.).

O conhecimento da vazão e da composição do efluente industrial possibilita a determinação das cargas de poluição / contaminação, o que é fundamental para definir o tipo de tratamento, avaliar o enquadramento na legislação ambiental e estimar a capacidade de autodepuração do corpo receptor. Desse modo, é preciso quantificar e caracterizar os efluentes, para evitar danos ambientais, demandas legais e prejuízos para a imagem da indústria junto à sociedade.

Alternativas de tratamento

A prevenção à poluição refere-se a qualquer prática que vise a redução e/ou eliminação, seja em volume, concentração ou toxicidade, das cargas poluentes na própria fonte geradora. Inclui modificações nos equipamentos, processos ou procedimentos, reformulação ou replanejamento de produtos e substituição de matérias-primas e substâncias tóxicas que resultem na melhoria da qualidade ambiental.

Qualquer que seja a solução adotada para o lançamento dos resíduos originados no processo produtivo ou na limpeza das instalações, é fundamental que a indústria disponha de sistema para tratamento ou condicionamento desses materiais residuais. Para isso é preciso que sejam respondidas algumas perguntas, como:

a) Qual o volume e composição dos resíduos gerados? 
b) Esses resíduos podem ser reutilizados na própria indústria? 
c) Esse material pode ser reciclado e comercializado? 
d) Quanto custa coletar, transportar e tratar esses resíduos ? 
e) Existe local adequado para destino final desses resíduos ?

Processos de tratamento

A tabela abaixo lista as operações usualmente empregadas para os diferentes tipos de contaminantes existentes nos efluentes industriais.


Os processos de tratamento utilizados são classificados de acordo com princípios físicos, químicos e biológicos:

Processos físicos: dependem das propriedades físicas do contaminante tais como, tamanho de partícula, peso específico, viscosidade, etc. 
Exemplos: gradeamento, sedimentação, filtração, flotação, regularização/equalização, etc.

Processos químicos: dependem das propriedades químicas dos contaminantes o das propriedades químicas dos reagentes incorporados. Exemplos: coagulação, precipitação, troca iônica, oxidação, neutralização, osmose reversa, ultrafiltração.

Processos biológicos: utilizam reações bioquímicas para a eliminação dos contaminantes solúveis ou coloidais. Podem ser anaeróbicos ou aeróbicos. 
Exemplo: lodos ativados, lagoas aereadas, biodiscos (RBC), filtro percolador, valas de oxidação, reatores sequenciais discontinuos (SBR).

O tratamento físico-químico apresenta maiores custos, em razão da necessidade de aquisição, transporte, armazenamento e aplicação dos produtos químicos. No entanto, é a opção mais indicada nas indústrias que geram resíduos líquidos tóxicos, inorgânicos ou orgânicos não biodegradáveis.

Normalmente, o tratamento biológico é menos dispendioso, baseando-se na ação metabólica de microrganismos, especialmente bactérias, que estabilizam o material orgânico biodegradável em reatores compactos e com ambiente controlado. No ambiente aeróbio são utilizados equipamentos eletro-mecânicos para fornecimento de oxigênio utilizado pelos microrganismos, o que não é preciso quando o tratamento ocorre em ambiente anaeróbio.

Apesar da maior eficiência dos processos aeróbios em relação aos processos anaeróbios, o consumo de energia elétrica, o maior número de unidades, a maior produção de lodo e a operação mais trabalhosa justificam, cada vez mais, a utilização de processos anaeróbios. Assim, em algumas estações de tratamento de resíduos líquidos industriais estão sendo implantadas as seguintes combinações:

  • unidades anaeróbias seguidas por unidades aeróbias;
  • unidades anaeróbias seguidas de unidades físico-químicas.

Operações de tratamento físico-químico

Oxidação de cianetos
Para eliminar os cianetos presentes nos efluentes, há a necessidade de previamente oxidá-los pela ação de oxidantes fortes, como o hipoclorito de sódio, em meio alcalino, que se pode obter através da adição de soda cáustica.

Redução de cromo hexavalente
Este processo é efetuado por adição de um agente redutor, como o bissulfito de sódio, num meio ácido, como o ácido sulfúrico, necessário para se dar a reação.

Homogeneização e Neutralização
Nesta etapa procede-se à homogeneização dos diferentes tipos de efluentes e ao ajuste de pH de forma a serem criadas as condições necessárias à precipitação dos metais pesados. Normalmente, dão entrada nesta operação os efluentes da linha de oxidação de cianetos, de redução de cromo e restantes efluentes, ácidos e alcalinos, com metais pesados.

Floculação
Nesta operação adiciona-se ao efluente homogeneizado uma substância floculante para que assim se verifique a aglutinação dos flocos de menores dimensões de forma a ficarem mais densos e com maior velocidade de sedimentação.

Decantação
É nesta fase que se dá a separação dos flocos sólidos em suspensão que se formaram na fase anterior, por sedimentação, num decantador de tipo lamelar.

Desidratação mecânica
Por este processo, consegue-se uma lama desidratada com uma percentagem de humidade em torno dos 35%. Para tal, pode recorrer-se a filtros banda por placas. As lamas com origem nesta operação, são recolhidas em recipientes tipo big-bag, sendo levados para uma zona de armazenagem temporária de lamas.

Operações unitárias, processos e sistemas de tratamento usados para remover a maior parte dos contaminantes encontrados em efluentes:

Os tratamentos do tipo físico-químico aplicam-se na depuração de águas residuárias geradas, normalmente, pelos processos de tratamento de superfícies e podem ser agrupados nos seguintes processos:

  1. Operações de óxido-redução
    • Redução de Cr VI
    • Oxidação de ions ferrosos, cianetos e matéria orgânica
  2. Operações de neutralização e precipitação
    • Hidróxidos metálicos
    • Sulfatos, fosfatos e fluoretos
  3. 3.Operações de floculação e decantação
  4. 4.Operações de desidratação de lamas

Objetivos do tratamento físico-químico:

  • Recuperação de algumas substâncias
  • Recuperação de metais pesados por
  • precipitação química
  • Diminuir a perigosidade e a toxicidade
  • Oxidação de cianetos obtendo cianatos
  • Redução do Cromo (VI) para Cromo (III)

Substâncias susceptíveis de sofrer tratamento físico-químico

  • Ácidos e bases
  • Resíduos contendo metais pesados (Fe, Cu, Ni, Cr, Zn, Pb)
  • Resíduos contendo cianetos (CN)

Os resíduos que necessitam sofrer este tipo de tratamento físico-químico são originados por empresas que fazem o tratamento de superfície, tal como as cromagens, pinturas, latonagens, zincagens, etc.

O tratamento de superfície consiste num tratamento químico que utiliza produtos químicos que são nocivos e agressivos para a natureza como por exemplo os banhos tóxicos, que podem conter ácidos, cromo (VI) e/ou cianetos.

O próprio tratamento físico-químico origina lamas com metais pesados que têm que ser enviadas para aterros controlados para resíduos industriais perigosos.

Infelizmente, existe ainda um número considerável de empresas que continuam a despejar, de uma forma irresponsável , resíduos classificados como perigosos para o solo e/ou para a água sem sofrerem o adequado tratamento físico.

A figura abaixo representa uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) de processo físico-químico.

Impacto Ambiental

Na implantação e operação de indústrias, é importante considerar que a utilização das potencialidades advindas dos recursos hídricos (energia, transporte, matéria-prima etc.) é um benefício inquestionável e único, mas precisa ser acompanhada do uso racional da água, sendo por isso fundamentais a redução e o controle do lançamento de efluentes industriais no meio ambiente, como uma das formas de cooperação e participação no desenvolvimento sustentável. Cabe ao setor industrial a responsabilidade de minimizar ou evitar que o processo produtivo acarrete em impactos ambientais.

O lançamento indevido de efluentes industriais de diferentes fontes ocasiona modificações nas características do solo e da água, podendo poluir ou contaminar o meio ambiente. A poluição ocorre quando esses efluentes modificam o aspecto estético, a composição ou a forma do meio físico, enquanto o meio é considerado contaminado quando existir a mínima ameaça à saúde de homens, plantas e animais.

Destinação de resíduos

Regularização para Descarte de Fossas
Os efluentes de origem comercial ou industrial só serão aceitos nos postos de recebimento mediante a apresentação, no ato do descarte, do documento Remessa de Efluentes específico para essa origem.

O Documento Remessa de Efluentes Comercial ou Industrial
Esse documento é fornecido pela Sabesp às indústrias, aos estabelecimentos comerciais e aos órgãos públicos que são autorizados a enviar efluentes para os postos de recebimento. Essa autorização é fornecida após serem atendidas todas as exigências necessárias para o recebimento desses efluentes nos sistemas de tratamento da Sabesp, sem colocar em risco a saúde dos operadores e os processos de tratamento.

Portanto, sempre que for realizar o transporte de efluentes de origem comercial ou industrial, verifique inicialmente se a empresa já está autorizada pela Sabesp.

As Características de Efluente Comercial ou Industrial
No ato do descarte será coletada uma amostra do efluente transportado pelo caminhão para uma rápida avaliação das suas características, através da mediação do pH e temperatura. Se os valores encontrados para esses parâmetros estiverem fora da faixa estabelecida pela legislação vigente, não será permitido o despejo e o caminhão deverá retornar à origem, para que sejam realizadas as melhorias necessárias, adequando o efluente às condições determinadas para o recebimento pela Sabesp.

Lembramos que o GERADOR É RESPONSÁVEL PELO DESTINO FINAL DO EFLUENTE PRODUZIDO EM SUAS INSTALAÇÕES e que essas responsabilidades estão previstas na Lei de Crimes Ambientais.

Resíduos que não podem ser descartados nos postos de recebimento de efluentes da Sabesp:
– pó de mármore;
– caixa retentora de óleo de postos de gasolina e/ou similares;
– óleo de origem mineral (ascarel, solúvel, etc.);
– todos os efluentes que forem avaliados pela Sabesp e apresentarem em sua composição substâncias prejudiciais ao Sistema Público de Esgotos.

Tipos de Fossas

As fossas séticas podem ser de dois tipos:

  • Pré-moldadas
  • Feitas no local

Fossas séticas pré-moldadas

De formato cilíndrico, são encontradas no mercado.
A menor fossa pré-moldada tem capacidade de 1000 litros, medindo 1,1X1,1 metros (altura X diâmetro). Para volumes maiores é recomendável que a altura seja maior que o dobro do diâmetro. Para sua montagem, observar as orientações dos fabricantes.

Fossas séticas feitas no local

A fossa sética feita no local tem formato retangular ou circular. Para funcionar bem, elas devem ter dimensões determinadas por meio de um projeto específico de engenharia.

A execução desse tipo de fossa sética começa pela escavação do buraco onde a fossa vai ficar enterrada no terreno.

O fundo do buraco deve ser compactado, nivelado e coberto com uma camada de cinco centímetros de concreto magro, (um saco de cimento, 8 litros de areia, onze latas de brita e duas latas de água, a lata de medida é de dezoito litros) sobre o concreto magro é feito uma laje de concreto armado de seis centímetros de espessura (um saco de cimento, quatro litros de areia, seis litros de brita e 1,5 litro de água), malha de ferro 4,2 a cada vinte centímetros.

As paredes são feitas com tijolo maciço, ou cerâmico, ou com bloco de concreto. Durante a execução da alvenaria, já devem ser colocados ou tubos de entrada e saída da fossa (tubos de cem milímetros), e deixadas ranhuras para encaixe das placas de separação das câmaras, caso de fossa retangular.

As paredes internas da fossa devem ser revestidas com argamassa à base de cimento (um saco de cimento, cinco litros de areia e dois litros de cal).

A fossa sética circular, a que apresenta maior estabilidade, utiliza-se para retentores de espuma na entrada e na saída, Tês de PVC de noventa graus de diâmetro cem milímetros.

Na fossa sética retangular a separação das câmaras (chicanas), e a tampa da fossa são feitas com placas pré-moldadas de concreto. Para a separação das câmaras são necessárias cinco placas: duas de entrada e três de saída. Essas placas têm quatro centímetros de espessura e a armadura em forma de tela.

A tampa é subdividida em placas, para facilitar a sua execução e até a sua remoção placas com 5 cm de espessura e sua armação também é feita em forma de tela.

Ligação da rede de esgoto à fossa

A rede de esgoto da moradia deve passar inicialmente por uma caixa de inspeção, que serve para fazer a manutenção do sistema, facilitando o desentupimento, essa caixa deve ter 60 cm X 60 cm e profundidade de 50 cm, construída a cerca de 2 metros de distância da casa. Caixa construída em alvenaria, ou pré-moldada, com tampa de concreto.

Distribuição dos efluentes no solo

As duas principais técnicas para distribuição e infiltração dos efluentes no solo são:

  • Valas de infiltração
  • Sumidouros

A utilização de um ou outro vai depender do tipo de solo e/ou dos recursos disponíveis para a sua execução.

Valas de infiltração

Recomendadas para locais onde o lençol freático é muito próximo à superfície.

Esse sistema consiste na escavação de uma ou mais valas, nas quais são colocados tubos de dreno com brita, ou bambu, preparado para trabalhar com dreno retirando o miolo, que permite, ao longo do seu comprimento, escoar para dentro do solo os efluentes provenientes da fossa sética.

O comprimento total das valas depende do tipo de solo e quantidade de efluentes a ser tratado. Em terrenos arenosos 8 m de valas por pessoa são suficientes. Em terrenos argilosos são necessários doze metros de valas por pessoa. Entretanto, para um bom funcionamento do sistema, cada linha de tubos não deve ter mais de trinta metrosde comprimento. Portanto, dependendo do número de pessoas e do tipo de terreno, pode ser necessária mais de uma linha de tubos/valas.

Sumidouros

O sumidouro é um poço sem laje de fundo que permite a infiltração (penetração) do efluente da fossa sética no solo.

O diâmetro e a profundidade dos sumidouros dependem da quantidade de efluentes e do tipo de solo. Mas, não deve ter menos de 1m de diâmetro e mais de 3 m de profundidade, para simplificar a construção.

Os sumidouros podem ser feitos com tijolo maciço ou blocos de concreto ou ainda com anéis pré-moldados de concreto.

A construção de um sumidouro começa pela escavação do buraco, a cerca de 3m da fossa sética e num nível um pouco mais baixo, para facilitar o escoamento dos efluentes por gravidade. A profundidade do buraco deve ser 70 cm maior que a altura final do sumidouro. Isso permite a colocação de uma camada de pedra, no fundo do sumidouro, para infiltração mais rápida no solo, e de uma camada de terra, de 20 cm, sobre a tampa do sumidouro

Os tijolos ou blocos só devem ser assentados com argamassa de cimento e areia nas juntas horizontais. As juntas verticais devem ter espaçamentos(no caso de tijolo maciço, de um tijolo), e não devem receber pré-moldados, eles devem ser apenas colocados uns sobre os outros, sem nenhum rejuntamento, para permitir o escoamento dos efluentes.

A laje ou tampa do sumidouro pode ser feita com uma ou mais placas pré-moldadas de concreto, ou executada no próprio local, tendo o cuidado de armar em forma de tela.

Biofossas

Biofossas são estruturas que possibilitam o redirecionamento de toda a água vinda das torneiras e chuveiro, bem como todo o esgoto dos vasos sanitários para uma fossa que irá filtrar e decantar as impurezas e levar a água para um sistema contendo plantas (canteiros).

Dessa forma, evita-se a poluição do meio ambiente (rios, lagos e lençol freático) e, possibilita-se o reaproveitamento da água que retorno ao solo, com auxílios das plantas. Tipos de biofossas:

  • Fossas de Águas Negras: responsável pelo tratamento das águas oriundas dos vasos sanitários (esgotos), cuja água é rica em matéria orgânica;
  • Fossa de Águas Cinzas: responsável pelo tratamento das águas oriundas das pias dos banheiros, cozinhas, tanques e chuveiros. São todas as águas de limpezas.

Limpeza de Fossas ou transporte de efluentes – o que é efluentes?

Efluentes são geralmente produtos líquidos ou gasosos produzidos por indústrias ou resultante dos esgotos domésticos urbanos, que são lançados no meio ambiente. Podem ser tratados ou não tratados.

Cabe aos órgãos ambientais a determinação e a fiscalização dos parâmetros e limites de emissão de efluentes industriais, agrícolas e domésticos. Para isso, é necessária a implantação de um sistema de monitoramento confiável.

As exigências da legislação ambiental levaram as empresas a buscar soluções para tornar seus processos mais eficazes. É cada vez mais frequente o uso de sistemas de tratamento de efluentes visando a reutilização de insumos (água, óleo, metais, etc), minimizando o descarte para o meio ambiente.

Existem basicamente duas categorias de efluentes líquidos: sanitários ou domésticos e industriais.

A emissão de efluentes líquidos, no ambiente, foi regulamentada pelo Protocolo de Annapolis da mesma forma que a emissão de gases foi regulamentada pelo Protocolo de Kioto.

O lançamento de efluentes, num corpo d’ água, pode ser efetuado por um emissário submarino ou sub-fluvial. O seu funcionamento é extremamente simples e eficiente no tratamento dos esgotos.Geralmente é precedido por um interceptor de esgotos e por um emissário terrestre.

O primeiro emissário do mundo foi construído em 1910 em Santa Mônica, na Califórnia.O maior emissário do mundo foi construído em Boston – U.S.A. No Brasil, existem algumas dezenas de emissários submarinos e sub-fluviais, entre os quais os de Ipanema, Barra da Tijuca e Rio das Ostras, no Estado do Rio de Janeiro, o de Fortaleza e os dois de Maceió em Alagoas, Aracaju, Salvador, Vitória, Guarujá, Santos, São Vicente e Praia Grande (SP). Saturnino de Brito Filho, em 1972, junto com o engenheiro sanitarista Jorge Paes Rios, projetaram e construíram o primeiro emissário sub-fluvial do Brasil em Manaus,no Estado do Amazonas, e o segundo em Belém, no Estado do Pará.

Para o cálculo da diluição, da dispersão e do decaimento bacteriano químico ou térmico são utlizados, normalmente modelos matemáticos e, eventualmente, em lançamentos de efluentes industriais, com grandes vazões, como o de uma Usina Nuclear também modelos físicos.

Resíduos Classe I ou Resíduos Classe II: Qual é a diferença?

A periculosidade de um resíduo é classificada em função de suas propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas, podendo apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente, quando o resíduo é manuseado ou destinado de forma inadequada. A norma NBR 10.004 de 09/1987, divide os resíduos sólidos industriais em duas classes I e II, como perigosos, não inertes e inertes. Confira as principais diferenças:

Resíduos de Classe I – Perigosos

Resíduos que, em função de suas propriedades físico-químicas e infecto-contagiosas, podem apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente. Com certeza os resíduos mais perigosos, pedem mais atenção do gerador, os acidentes mais graves e de maior impacto ambiental são causados por esta classe de resíduos. Podem ser condicionados, armazenados temporariamente, incinerados, tratados ou dispostos em aterros sanitários próprios para receber resíduos perigosos.

Apresentam pelo menos uma das seguintes características: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade. Exemplo de resíduos: borra de tinta, latas de tinta, óleos minerais e lubrificantes, resíduos com thinner, serragem contaminadas com óleo, graxas ou produtos químicos, epis contaminadas (luvas e botas de couro), resíduos de sais provenientes de tratamento térmico de metais, estopas, borra de chumbo, lodo da rampa de lavagem, lona de freio, filtro de ar, pastilhas de freio, lodo gerado no corte, filtros de óleo, papéis e plásticos contaminados com graxa/óleo e varreduras.

Resíduos de Classe II – Não Inertes e Inertes

Divididos em A e B, são aqueles que não se enquadram na classificação de resíduos Classe I. Podem apresentar uma das propriedades: combustibilidade, biodegrabilidade ou solubilidade em água.

Resíduos de Classe II – A

Não Inertes, os componentes destes resíduos, como matérias orgânicas, papeis, vidros e metais podem ser dispostos em aterros sanitários ou reciclados, com a avaliação do potencial de reciclagem de cada item. Exemplo de resíduos: materiais orgânicos da indústria alimentícia, lamas de sistemas de tratamento de águas, limalha de ferro, poliuretano, fibras de vidro, resíduos provenientes de limpeza de caldeiras e lodos provenientes de filtros, epis (uniformes e botas de borracha, pó de polimento, varreduras, polietileno e embalagens, prensas, vidros (pára-brisa), gessos, discos de corte, rebolos, lixas e epi’s não contaminados.

Os efluentes também podem ser classificados nessa normatização. O efluente classe II, entre muitos destinos, pode receber tratamento biológico.

Resíduos de Classe II – B

Inertes, podem ser dispostos em aterros sanitários ou reciclados, pois não sofrem qualquer tipo de alteração em sua composição com o passar do tempo. Exemplo de resíduos: entulhos, sucata de ferro e aço.

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