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Captura de Gatos

ECOCAT – Controle Ambiental de Gatos

Somos contra maus-tratos cometidos contra qualquer tipo de animal!

Somos uma empresa protetora dos animais! Somos uma empresa protetora dos homens!

Lei nº 9.605 de 12 de Fevereiro de 1998

Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências.

Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.












Conheça o Programa ECOCAT – SOMOS ÚNICOS NO MUNDO!

A Solução Completa em Saneamento – Shopping de Serviços –

Oferecemos mais de 140 tipos de serviços

Possuímos mais de 10 divisões – com estrutura adequada para cada perfil.

DIVISÃO ECOCAT – NOVO PROJETO – SOMOS ÚNICOS NO MUNDO!

Inicio do Projeto – segundo semestre de 2015

Objetivo – Realizar controle populacional de felinos em empresas públicas e privadas, visando questões de saúde pública, proteção animal, bem estar dos animais, eliminando superlotações e exposição de animais em feiras.

Atuação – Empresas públicas e privadas.

A Vigilância Sanitária adverte empresas para que tomem providências a fim de resguardarem seus consumidores! O que fazer agora?

PROJETO REVOLUCIONÁRIO E INOVADOR AONDE QUEM GANHA É O ANIMAL, POIS NÃO TERÁ MAIS QUE ESPERAR E NÃO TERÁ SUPERPOPULAÇÃO!

Início do programa ECOCAT

Fases do projeto:

Programa ECOCAT – Empresa protetora dos animais!

Ecologia em controle populacional

1ª – Fase

A empresa LOREMI – atuante no ramo de Saneamento Ambiental há mais de 20 anos, inicia o projeto de controle populacional de gatos. Esse projeto resulta de atuações e pedidos de providências feitas pela Vigilância Sanitária em empresas que estavam com problemas de felinos em suas unidades.

Sabemos que nosso trabalho tem importância em saúde pública e não queremos que esses animais sofram maus tratos

2ª Fase

Conscientização dos envolvidos –  sensibilizando toda a sociedade com um assunto que vem preocupando muito a sociedade. Trata-se do abandono e maus tratos aos animais.- Acompanhamento de colônia, palestras,  treinamentos e feiras (alimento, água, abrigo e acesso).

3ª fase

Captura – Acompanhado por biólogos e profissionais especializados em manejo devidamente documentados.

4ª Fase

Encaminhamento – Clínica Veterinária

Castração, vacinação e acompanhamento

5ª fase

Triagem Gato Abandonado e Gato Feroz

6ª Fase

Envio para Gatil – Temporário

7ª Fase

Adoção

Realizamos feiras e campanhas para formar banco de dados em interessados para adotar. Assim que aparece um gato enviamos e-mail com fotos e detalhes, caso tenha alguém interessado entregamos pessoalmente na casa do adotante.

Aqui quem espera é o adotante e não o gatinho.

Quer adotar? Quer ajudar?  Pré-cadastros. Basta enviar seu interesse em ser um adotante na fila de espera – [email protected] e [email protected]

Somos contra exposição de animais em feiras.


 






8ª Fase

Procedimento C.E.D.

É uma técnica utilizada em vários países desenvolvidos, como os E.U.A, Inglaterra, Canadá e já é realidade em algumas cidades brasileiras.

O principal objetivo é o controle da população de gatos abandonados ou nascidos nas ruas através da captura, castração e devolução dos mesmos aos locais de origem.
Algumas pessoas podem achar natural avistarem gatos pelas ruas. Mas, infelizmente, isso é resultado de uma política inexistente ou ineficaz de controle populacional de animais domésticos / sinantrópicos, somado à ignorância e descaso humano.

Empresa – ganha selo protetora dos animais.


Cliente ao fechar o programa ECOCAT – Recebe todos os documentos  do projeto:

* licenças,

* Documentos dos profissionais envolvidos,

* Documentos de castração, vacinação e acompanhamento veterinário

* Relatório de captura – por Biólogo responsável

* Relatório de Soltura

* Relatório de fugas

* Relatório de doações

* Relatório mensal

* Relatório de implantação

* Cronograma de atividades

* Mapa de localização de dispostivos

* Certificado de execução controle populacional

* Solicitações de clientes via web

* Planilhas de monitoramento (situação das iscas frescas)

* Planilhas de elementos facilitadores ( Não conformidades )

* Triagem de gatos abandonados e gatos ferozes

* Relatório Técnico – atualizado em tempo real

* Adequação de relatórios às necessidades de clientes

* Pasta arquivo, comprovantes, recibos, procedimentos, medidas preventivas, certificados etc

* Relatório de acessos

* Suporte em auditorias

* Manual em treinamento – Proteção aos animais.

Super população é uma questão de saúde pública!

Programa ECOCAT É A MELHOR SOLUÇÃO!

NÃO TRABALHAREMOS MAIS COM ONGs E NÃO PRETENDEMOS FAZER MAIS NENHUM TIPO DE PARCERIA COM AS MESMAS.

Trabalhamos Somente com grupo de empresas privadas – indústrias, clínicas médicas diversas, hotéis para animais diversos.

Veiculos pessoas e divisão transporte de produtos

Transporte separado pessoas x animais

INDEPENDENTE DA DIVISÃO, POSSUÍMOS  COMPARTIMENTOS SEPARADOS PARA TRANSPORTE DE PRODUTOS QUÍMICOS.

Obtivemos sucessos em adoções para cadastro dos pré-adotantes.

As principais doenças transmitidas pelos gatos:

* Através das fezes, mordidas, saliva ou pêlos,

* Alergia respiratória, Toxoplasmose, Micose, Esporotricose, Síndrome da Larva Migrans Visceral, Ancilostomíase:

* Pasterella multocia, bactéria presente na boca de 90% dos felinos, causa doenças graves em humano.

O que é C.E.D.?

É uma técnica utilizada em vários países desenvolvidos, como os E.U.A, Inglaterra, Canadá e já é realidade em algumas cidades brasileira.
O principal objetivo é o controle da população de gatos abandonados ou nascidos nas ruas, através da captura, castração e devolução dos mesmos aos locais de origem.
Algumas pessoas podem achar natural avistarem gatos pelas ruas. Mas infelizmente isso é resultado de uma política inexistente ou ineficaz de controle populacional de animais domésticos, somado à ignorância e descaso humano.
Mesmo em países onde existe um controle de animais abandonados, verificavam-se várias falhas em sua execução, que se limitava ao recolhimento e eutanásia desses animais.
Somente em New Jersey 25% dos impostos era utilizado para a eutanásia dos gatos após sua captura.
Gatos são excelentes caçadores. E forçados pelo abandono a retornar a um estado feral se tornam predadores da vida selvagem, competindo com os predadores nativos.
Gatos ferais, apesar do medo de humanos, sempre rodam ou invadem propriedades em busca de abrigo e comida e incomodam os moradores do local. E mesmo quando recolhidos por alguma pessoa inexperiente e levados para um local distante eles retornam ao local de origem, isso se não forem eutanasiados. E a grande maioria dos gatos ferais recolhidos são mortos com a justificativa de controle de zoonoses.
Existem pessoas que se compadecem com a situação dos gatos ferais e os alimentam, mas somente alimentá-los faz com que permaneçam no local, atrai novos animais para o local e se reproduzam com mais sucesso, trazendo malefícios a curto, médio e longo prazo. As colônias onde os gatos são alimentados por humanos apresentam um número dobrado e até triplicado em relação a áreas onde eles são forçados a encontrar seu próprio alimento.
Em seu primeiro ano de vida uma gata pode ter até 30 filhotes. Com 30 dias após o parto ela fica prenhe novamente. Esses filhotes se tornam sexualmente maduros aos 6 meses de idade.
Atualmente somente na área urbana de Toronto existem cerca de 100 mil gatos ferais.
E mesmo que se tornem capazes de sobreviver em situação de abandono os gatos ainda são animais domésticos e não deveriam precisar viver em situações precárias.
Por que o C.E.D. funciona?
Os projetos de C.E.D. dos E.U.A, Canadá e Inglaterra se tornaram bem sucedidos a partir do momento que a sociedade como um todo se deu conta de seu dever para com aqueles animais.
Em parceria com protetores independentes e abrigos como as SPCA’s e Humane Society, as autoridades criaram conselhos públicos sobre os gatos ferais ( em New York há o Neighborhood Cats http://www.neighborhoodcats.org/ ) e liberaram verbas para que os gatos recolhidos fossem tratados em hospitais bem equipados, com profissionais capacitados para a técnica de castração de gancho ( que reduz para 24hrs o tempo de recuperação para soltura das fêmeas ) e castração pediátrica a partir dos 2 meses de idade, além de promover a conscientização da população em relação à castração, ao abandono, maus-tratos, e crueldade contra animais domésticos e os gatos ferais das áreas.
Também recrutam e oferecerem treinamento para fiscais das colônias a serem incluídas ou que já estão no programa, ampliando ainda mais o senso de responsabilidade das pessoas em relação aos gatos da vizinhança.
A dedicação é tão grande que mesmo nas temperaturas baixíssimas do inverno existe um trabalho de proteção para os gatos ferais das colônias, feito com a instalação de abrigos.
No Brasil infelizmente os governantes ainda não se deram conta do real impacto das ações do C.E.D. para o país e os projetos desenvolvidos – assim como o de São Luís – se mantém apenas com os seus próprios recursos e poucos simpatizantes da causa. Além disso, somente a castração desses animais de nada adianta sem a conscientização da população em relação ao abandono, bem estar de seus animais e penas severas contra maus-tratos e negligência, aspectos infelizmente esquecidos nos discursos políticos e de maneira efetiva nas leis brasileiras.
O impacto positivo das ações de castração é claramente visível em uma área urbana apenas 6 meses após o inicio das atividades. Somente em Toronto no ano passado mais de 400 gatos foram auxiliados com o C.E.D.
Em San Diego houve uma redução de 50 a 73% no número de animais recolhidos e eutanasiados nos abrigos.
Somente em Santos o Cats of Necropolis já esterilzou mais de 116 gatos, os Gatos Encantados 67 e a Confraria de Miados e Latidos conta com 46 animais atendidos desde 2008.
Esses números resultam em menos de MILHARES de gatos sofrendo nas ruas brasileiras.
O que acontece com os gatos no C.E.D. ?

Primeiramente eles são capturados. Por causa do comportamento feral da grande maioria deles é necessário saber como não os estressar em demasia. As capturas ocorrem no final da noite ou começo do dia, quando os gatos estão mais ativos. Após serem capturados nas gatoeiras são encaminhados para os veterinários e anestesiados para o manejo.
Em Toronto além de um exame físico completo, os gatos também recebem vacinas e vermífugos contra parasitas internos e externos.
Após a cirurgia eles recebem um pequeno corte na orelha, que é a sinalização universal para animais castrados e logo que estão recuperados da anestesia são soltos em seus locais de origem.
O C.E.D. não somente é eficaz no controle dos animais, mas também na redução de gastos que protetores têm com eles, se compararmos com todo o processo de resgate até adoção.
Em cidades como SP e RJ que o CCZ já oferece castração gratuita os custos se tornam menores, mas ainda altos para pessoas que ajudam dezenas de animais durante todo o ano. O C.E.D. é fazer o bem, de forma rápida, prática, com baixos custos e enorme impacto positivo.
“A esterilização é a única saída efetiva. A única ação que vai fazer mais do que enxugar gelo (que nós continuamos a enxugar com os resgates, tratamentos e doações de animais que promovemos), que vai impactar a vida de tantos animais que nem é possível quantificar.”
Para finalizar, traduzo aqui um trecho importantíssimo do Neighborhood Cats:
“O C.E.D. não objetiva resgatar gatos. Seu objetivo é o controle populacional e permanente redução do número de gatos ferais de uma vizinhança. Não objetiva dar a somente um gato maravilhoso um ótimo lar. É diminuir o número de gatos abandonados recolhidos e os números das eutanásias, reduzir os custos do controle de animais e criar ambientes melhores e menos hostis para esses gatos.”
Legislação:

De acordo com a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 141 , DE 19 DE DEZEMBRO DE 2006, emitida pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) que tem efeito de lei (e, portanto, deve ser cumprida), que regulamenta o controle e o manejo ambiental da fauna sinantrópica nociva.

Art. 4º – O estudo, manejo ou controle da fauna sinantrópica nociva, previstos em programas de âmbito nacional desenvolvidos pelos órgãos Federais da Saúde e da Agricultura, bem como pelos órgãos a eles vinculados, serão analisados e autorizados DIFAP ou pelas Superintendências do IBAMA nos estados, de acordo com a regulamentação específica vigente. §1º – Observada a legislação e as demais regulamentações vigentes, são espécies passíveis de controle por órgãos de governo da Saúde, da Agricultura e do Meio Ambiente, sem a necessidade de autorização por parte do IBAMA:

c) animais domésticos ou de produção, bem como quando estes se encontram em situação de abandono ou alçados (e.g. Columba livia, Canis familiaris, Felis catus) e roedores sinantrópicos comensais (e.g. Rattus rattus, Rattus norvegicus e Mus musculus);

Art. 5º – Pessoas físicas ou jurídicas interessadas no manejo ambiental ou controle da fauna sinantrópica nociva, devem solicitar autorização junto ao órgão ambiental competente nos respectivos Estados.

Possuimos todas licenças ambientais

Feche hoje mesmo um contrato ECOCAT – Empresa protetora dos animais

CONTROLE AMBIENTAL DE GATOS DE RUA.


Contatos, dúvidas,

Pessoas interessadas em adotar um felino -

entre em contato pelo e.mail [email protected] ou [email protected]

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